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Showing posts from October, 2026
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Oiii!!!   Um dia desses deixo tudo E tento nascer outra vez Uma noite e outra Artifícios tomam Minha inspiração Direi o que eu quiser Sou rei, sou pobre Só não posso errar o tempo Que me separa de você P’ra sempre O céu mantém a decisão É a seca no inverno E a   enchente no verão Meu mundo se encerra Em teu amor Na internet, na superpopulação   E digo para a vida Oiii!!!  Cheguei para ficar Mas não sei até quando   Não vou falar Dos papéis perdidos Das noites de farra Dos ‘Jardins da Babilônia’ Das notícias do jornal Da ‘Epopeia de Dante’ Ou das verdades do GRAAL Não vou falar Do apagão, do namoro Da paixão Dos aromas, das pessoas Do prazer e da dor Do Deus, do céu e do inferno Não vou falar já falei E um outro qualquer já falou Copyright © 2026 Isiely Ayres [All rights reserved.] Tive a oportunidade de transferir meus brinquedos poéticos para a língua inglesa se por curiosidade queira ...
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A prece Que o amor não me faça Temer minha próxima realidade Cuide o cão que cuida o quintal Por que esperando o outro dono Ele morrerá Ouça os passos: ‘Fá’ - ‘Sol’ Ouça os sussurros: ‘Soul’ Anoiteceu E nós estamos distantes Igual a Lua e o Sol A gente não esqueceu Que a tempestade não me faça Temer meu próximo ‘bom dia’ Cuide o santo que zela no altar Não haverá milagre Se as promessas não forem pagas Ouçam os gritos: ‘Do’ – ‘Mi’ Ouça a prece: ‘Please’ Anoiteceu E nós estamos distantes Igual a Lua e o Sol A gente não se esqueceu A gente não esqueceu Que a tempestade não me faça Temer meu próximo ‘bom dia’ Cuide o santo que zela no altar Não haverá milagre Se as promessas não forem pagas Ouçam os gritos: ‘Do’ – ‘Mi’ Ouça a prece: ‘Please’ Anoiteceu E nós estamos distantes Igual a Lua e o Sol A gente não se esqueceu Copyright © 2026 Isiely Ayres [All rights reserved.] Tive a oportunidade de transferir meus brinque...
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Renúncia Quem sabe não conhecesse o ódio Não faria questão do amor Quem sabe não conhecesse a dor Não faria questão da leveza Quem sabe não conhecesse a dúvida Não faria questão da certeza Quem sabe nunca tivesse sonhado Nada teria a realizar Quem sabe nunca tivesse tentado Não seria preciso insistir Quem sabe não tivesse dado o primeiro passo Não seria preciso voltar Quem sabe nunca fosse criado Seria possível dormir [Ou talvez não existir] Quem sabe não conhecesse a rima Não haveria poesia Quem sabe não conhecesse a prosa Não diria Quem sabe não houvesse palavras Todos levantariam suas armas E todo excesso e toda escassez Seriam dizimados Quem sabe não conhecesse o paradoxo Ou a incógnita Não seria preciso equilíbrio Ou resolução Quem sabe fosse o imprescindível desnecessário Quem sabe não houvesse jamais Um vislumbre de luz [Ou de treva] Quem sabe agora mesmo caísse Sobre nós [feito um anjo do céu] O esquecimento ...