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A prece Que o amor não me faça Temer minha próxima realidade Cuide o cão que cuida o quintal Por que esperando o outro dono Ele morrerá Ouça os passos: ‘Fá’ - ‘Sol’ Ouça os sussurros: ‘Soul’ Anoiteceu E nós estamos distantes Igual a Lua e o Sol A gente não esqueceu Que a tempestade não me faça Temer meu próximo ‘bom dia’ Cuide o santo que zela no altar Não haverá milagre Se as promessas não forem pagas Ouçam os gritos: ‘Do’ – ‘Mi’ Ouça a prece: ‘Please’ Anoiteceu E nós estamos distantes Igual a Lua e o Sol A gente não se esqueceu A gente não esqueceu Que a tempestade não me faça Temer meu próximo ‘bom dia’ Cuide o santo que zela no altar Não haverá milagre Se as promessas não forem pagas Ouçam os gritos: ‘Do’ – ‘Mi’ Ouça a prece: ‘Please’ Anoiteceu E nós estamos distantes Igual a Lua e o Sol A gente não se esqueceu Copyright © 2026 Isiely Ayres [All rights reserved.] Tive a oportunidade de transferir meus brinque...
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Renúncia Quem sabe não conhecesse o ódio Não faria questão do amor Quem sabe não conhecesse a dor Não faria questão da leveza Quem sabe não conhecesse a dúvida Não faria questão da certeza Quem sabe nunca tivesse sonhado Nada teria a realizar Quem sabe nunca tivesse tentado Não seria preciso insistir Quem sabe não tivesse dado o primeiro passo Não seria preciso voltar Quem sabe nunca fosse criado Seria possível dormir [Ou talvez não existir] Quem sabe não conhecesse a rima Não haveria poesia Quem sabe não conhecesse a prosa Não diria Quem sabe não houvesse palavras Todos levantariam suas armas E todo excesso e toda escassez Seriam dizimados Quem sabe não conhecesse o paradoxo Ou a incógnita Não seria preciso equilíbrio Ou resolução Quem sabe fosse o imprescindível desnecessário Quem sabe não houvesse jamais Um vislumbre de luz [Ou de treva] Quem sabe agora mesmo caísse Sobre nós [feito um anjo do céu] O esquecimento ...
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Não, tá?!   Não deixe recados Passados a limpo Nas paredes do meu ‘AP’ Não deixe encontros Marcados para os feriados Porque eu entro na ‘deprê’ Se você não aparece no fim Da semana, do ano, do mês Não perca as nossas fotos No fundo das gavetas Para não esquecer Que eu quase desisti   Não me deixe, não me deixe Sozinho agora não, tá?!   Os sonhos me fazem Perder a hora Não me deixe, não, tá?! Perdido estrada afora Eu te deixei e me arrependi Sem querer fui saber Como foi para você Não esqueci E não deixei o amor Escondido no fundo Do meu coração Copyright © 2026 Isiely Ayres [All rights reserved.] Tive a oportunidade de transferir meus brinquedos poéticos para a língua inglesa se por curiosidade queira ver, aí está o link para checar como esta ficou: No, ok¿  
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Será que acabou assim?   Tudo nessa casa geme de dor Todas as portas e gavetas Maçanetas, passos no corredor O forro e as dobradiças Sofrem, adoeceram comigo A sala está carregada Dos ciscos da calçada De cada par de sapatos que passou As veias estão vazias De cada gota de sangue Que o seu amor levou O coração não bate mais Eu não estou mais aqui   Fui eu sim Toda noite no telefone Aquele silêncio Era meu silêncio Aquela dúvida E aquela dor de existir Sabe eu falei disso Numa noite em que não dormi também E fiquei escrevendo o seu nome Em um pedaço de papel Mas fui incapaz de te amar Por escrito e assinado Verbalmente, enfim Será que acabou assim? Copyright © 2026 Isiely Ayres [All rights reserved.] Tive a oportunidade de transferir meus brinquedos poéticos para a língua inglesa, se por curiosidade quiser ver, aí está o link para checar como esta ficou: Did it end up like this?    
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Pó de incenso   Dias passados em branco Não eram nada especiais Estamos eu e a solidão Nada mais O mel virou cristal E as pedras choram...   Lembra, lembra do amor? Virou pó de incenso E ainda tem cheirinho bom Mas já passou Lembra, lembra do céu? Virou tela pintada Em minha moldura mental Vê nas estrelas do meu olhar   Eu queria voltar   Para os seus braços quentes Para seus beijos Para aquele tempo Para aquele lugar Não era ilusão Mas o outono já levou O calor do verão Copyright © 2026 Isiely Ayres [All rights reserved.] Tive a oportunidade de transferir meus brinquedos poéticos para a língua inglesa se por curiosidade queira ver, aí está o link para checar como esta ficou: Incense Ashes  
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4 cães de raça Rasguei sua foto ontem Sinceridade às vezes dói Eu bem sei (I WOULD HATE YOU FOREVER) Mas eu ainda quero Quero ... e quero! Só não supliquei Porque tinha quatro cães de raça Ao meu redor Qual você quer? O mais belo, o mais caro O mais raro Ou mais maltratado... Superei? O amor tinha que durar Mais tempo O efeito da bebida também! Vem então Pedir amor aos meus pés Como um cão Quando quiser Copyright © 2026 Isiely Ayres [All rights reserved.] Tive a oportunidade de transferir meus brinquedos poéticos para a língua inglesa se por curiosidade queira ver, aí está o link para checar com esta ficou: FOUR PUREBRED DOGS  
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Rimas exaustivas Não fique tentando Me ensinar o que eu já sei Aprendi o certo Depois errei, andei Cheguei, cansei Verei o verão passar Por meus olhos apaixonados Serei paixão passando Por um coração cansado De tentar Não fique me atentando Enquanto eu canto meu canto Buscando rimas exaustivas Para explicar sobre amor Não fique tentando Me dar um pouco de você Esqueci antes de querer Saber sofrer, ter Meus olhos verão Uma estação qualquer Passar por mim assim Como um vento Que leva tudo embora Copyright © 2026 Isiely Ayres [All rights reserved.] Tive a oportunidade de transferir meus brinquedos poéticos para a língua inglesa se por curiosidade queira ver, aí está o link para checar com esta ficou: EXHAUSTIVE RHYMES