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Nestes dias Os dias nos fazem falar Sem querer Sobre coisas que não Soam bem E me instigam fazer Por prazer Mas quando eu viro as costas Outras horas me vem em mente Quando eu fecho os olhos Espero por seu carinho Mesmo que ‘um outro’ Esteja aqui Céu claro o amor Custa caro demais Tempestades que não passam Dias escuros que não acabam Chuva que nunca deixa O arco-íris chegar É o amor, assim Como uma moeda Que passou por sua mão E foi perdida Muitas outras virão E mesmo que você queira Jamais saberá Se é aquela ou não Ah, solidão vem me dizer Mesmo sem querer Do que mais eu falo?! ...Nestes dias Copyright © 2026 Isiely Ayres [All rights reserved.] Tive a oportunidade de transferir meus brinquedos poéticos para a língua inglesa se por curiosidade queira ver, aí está o link para checar com esta ficou: THESE DAYS  
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  A sombra das estrelas Lembrança vaga de um sonho Roubado pela vida real É amargura, é distância, É vazio existencial Seu lado da cama vazio Meus braços sem nada mais Procurando você noite afora Pelo quarto sem o relógio Para contar as horas Sem saber quanto tempo Passei sem você O amor vai me torturando Com lembranças de um passado Que está quase passando A sombra das estrelas Saudades de alguém Poesias que vem do além Declarar amor aos ventos Como a flor nascendo só Em uma estação qualquer... Copyright © 2026 Isiely Ayres [All rights reserved.] Tive a oportunidade de transferir meus brinquedos poéticos para a língua inglesa se por curiosidade queira ver, aí está o link para checar com esta ficou: STAR´S SHADE  
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 Mansão As estrelas Parecem perdidas Nessa escuridão Eterna Me sinto assim Nessa mansão escura Com apenas uma Lanterna Quero olhar para o céu E não ver mais Essa tempestade Pronta para desabar Levantar Olhar pela janela Quebrar as correntes O sonho não tem fim Quero amar E se quebrar a cara Perco uma batalha E não desisto fácil assim Copyright © 2026 Isiely Ayres [All rights reserved.] Tive a oportunidade de transferir meus brinquedos poéticos para a língua inglesa se por curiosidade queira ver, aí está o link para checar com esta ficou: MANSION  
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Minha Ilusão se faz amor Eu já não preciso mais viajar Quando a fé me faz ter certeza De que não vou morrer aqui Já não tenho lágrimas para chorar Quando você me dá as costas E a minha vontade De morrer em seus braços Morre em mim E vai me matando Eu vou vagando sozinha pelo seu olhar Vou vagando sozinha até encontrar Seu coração Eu me perco nas palavras que Jamais foram usadas para explicar Eu me perco nas explicações que eu se Quer tentei…  Não tem como! Eu me perco na rua Quando você não sai da minha cabeça E eu me encontro nesse beco sem saída Vagando sozinha pelo seu olhar Vagando sozinha até você me enxergar Será que você sabe disso?! E a minha ilusão insiste em sobreviver As palavras, a incerteza, ao desespero E a minha ilusão se faz amor A todo momento Apesar de tudo eu ainda não me esqueci Apesar de tudo... Minha vontade de morrer em seus braços Morre em mim E vai me matando assim Copyright © 2026 Isiely Ayres [...
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Blues in the sky Não me diga que um dia Eu fui fumante Estive com você O passado se atreve Passar por mim Lembra do que eu queria esquecer? Teus olhos negros me trazendo A melodia da cantiga Que já foi um soneto infantil A noite levando a alegria De um amor que nunca existiu Fruto do acaso Escrito por acaso a caneta azul Baby. Baby, blue Blues in the sky Ah!  era só teu Esse amor roubado, Enrustido, escondido Quase esquecido Como se não fosse Importante para mim Copyright © 2026 Isiely Ayres [All rights reserved.] Tive a oportunidade de transferir meus brinquedos poéticos para a língua inglesa se por curiosidade queira ver, aí está o link para checar com esta ficou: BLUE LIKE THE SKY  
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Anda, anda As luzes da cidade ainda estão acesas Segue caminhando sem medo Se elas se apagarem as estrelas estarão no céu Prontas para iluminar seu caminho A noite embeleza a cidade O céu não pode se gabar Aproveita para pensar Porque ultimamente quando amanhece O sol entontece, massacra a cidade É quase um castigo…  a gente acaba se perdendo Esquece de ser feliz Anda, anda pela rua sozinho Parece até que é melhor assim Anda, anda até lembrar o caminho Até chegar no fim Eu queria dizer sobre Um sábado alegre da minha juventude Mas alguma coisa me faz Esquecer tudo no domingo Então a gente dança até não saber mais Que amor e desamor ferem Como se fossem a mesma arma A gente dança e compra alegria Em copos, tragos, na tristeza de amanhã O mal da noite é o dia amanhecer Copyright © 2026 Isiely Ayres [All rights reserved.] Tive a oportunidade de transferir meus brinquedos poéticos para a língua inglesa se por curiosidade queira ver,...
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  Depois da virada Ouvir falar de todas estas previsões Como se fosse pouco a catástrofe Da minha própria vida Se não quer saber já basta Todos os rádios desligados E todos os livros fechados Na mesa temos duas taças Uma para o sangue e outra para as lágrimas Pode comemorar fim do mundo Vai ser A melhor hora da sua vida Vão rogar lhe paz, amor e alegria Mas não se preocupa com nada Depois da Virada Seremos os mesmos de desesperados Esperando o próximo sábado Ter um bom emprego Morar numa boa cidade Ser escravo do dinheiro Para o status de dezembro, janeiro e fevereiro Esse cara tem que trabalhar para mim E se não quer andar já basta Todas as boas sombras pela estrada E todas as portas fechadas No banheiro temos duas privadas Uma para dor e outra para o desencanto Pode separar que vira fertilizante Copyright © 2025 Isiely Ayres [All rights reserved.] Tive a oportunidade de transferir meus brinquedos poéticos para a língua ing...