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Showing posts from May, 2026
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Cemitério de sonhos Quantos poetas se escondem Nas águas deste mar De rimas malfeitas Quantos atores se escondem Na opção de interpretarem Outros papéis Quantas canções se perderam Na vontade de adormecer P´ra esquecer Do mundo ao redor de si Quantos cigarros eu vou ter Que fumar Para não morrer de amor E meio-dia... E daí?! Eu já almocei Foi o máximo que eu pude Fazer ontem E meia-noite… E daí?! Eu não caio no sono Então fico aqui mesmo No cemitério de sonhos Poucas palavras prometem Que um dia eu direi ‘eu te amo’ Poucas pessoas se esquecem Das suas derrotas Poucas vezes a gente conhece O doce sabor da vitória Raridade, incomodando Este ser imperfeito que sou E todo dia me deito rezando P´ra esquecer o que eu não fiz Copyright © 2026 Isiely Ayres [All rights reserved.] Tive a oportunidade de transferir meus brinquedos poéticos para a língua inglesa se por curiosidade queira ver, aí está o link para checar com esta fico...
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Em tempos como esse Eu perco o fio da meada porque paro e começo a pensar Olha o céu pela janela e peço para o mundo girar Eu queria saber como vai ser amanhã Eu queria saber como tudo vai acabar Mas ninguém quis me dar um beijo de boa noite Ninguém quis falar de amor em dia nenhum Daí as horas passam e passam em vão Eu vejo um suspeito passando pela rua Mas em tempos como este Testemunha só a lua Pensando bem nem ela Vem com jeito porque eu paro e começo a rezar Olho para cima quero ser perfeito E começa a copiar a atitude dos anjos Nunca me desencanto com tudo O que sai de errado Porque eu vou ter que acertar um dia Seguro a barra vou para a farra Sou cocota, sou rainha, sou nada Daí a vida passa e passa de graça Copyright © 2026 Isiely Ayres [All rights reserved.] Tive a oportunidade de transferir meus brinquedos poéticos para a língua inglesa se por curiosidade queira ver, aí está o link para checar com esta ficou: AT THIS TIME  
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‘Calamor’ Não senta no canto Do seu desencanto Para tentar dizer Outra vez e de outro jeito O que grita e rasga teu peito De mil maneiras Difíceis de compreender Agora senta, canta, Tenta esquecer Como em um voo doloroso De uma águia solitária no céu Indo em direção as montanhas Para encarar a metamorfose Tornar-se um pombo branco Da paz Feliz com as migalhas Que nunca quis Vamos calar Calar sempre o amor dentro de nós Vamos calar Calar sempre e seguir armados Não queremos ser salvos Qualquer gole, qualquer trago Imuniza desta dadiva Essa inércia embriagada É o verbo amor Em tempo passado outra vez Nos trinta segundos Em que seu corpo colava no meu para dançar Calando a dor que eu sentia sozinha E seguia Enquanto o homem que eu queria Perambulava pelos corredores De madrugada Depois de uma f*** maldada Que bom que não foi comigo! Copyright © 2026 Isiely Ayres [All rights reserved.] Tive a oportunidade de transf...