Cemitério de sonhos

Quantos poetas se escondem

Nas águas deste mar

De rimas malfeitas

Quantos atores se escondem

Na opção de interpretarem

Outros papéis

Quantas canções se perderam

Na vontade de adormecer

P´ra esquecer

Do mundo ao redor de si

Quantos cigarros eu vou ter

Que fumar

Para não morrer de amor

E meio-dia... E daí?!

Eu já almocei

Foi o máximo que eu pude

Fazer ontem

E meia-noite… E daí?!

Eu não caio no sono

Então fico aqui mesmo

No cemitério de sonhos

Poucas palavras prometem

Que um dia eu direi ‘eu te amo’

Poucas pessoas se esquecem

Das suas derrotas

Poucas vezes a gente conhece

O doce sabor da vitória

Raridade, incomodando

Este ser imperfeito que sou

E todo dia me deito rezando

P´ra esquecer o que eu não fiz

Copyright © 2026 Isiely Ayres

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Tive a oportunidade de transferir meus brinquedos poéticos para a língua inglesa se por curiosidade queira ver, aí está o link para checar com esta ficou:

DREAMS´ CEMETERY




 

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