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Anda, anda As luzes da cidade ainda estão acesas Segue caminhando sem medo Se elas se apagarem as estrelas estarão no céu Prontas para iluminar seu caminho A noite embeleza a cidade O céu não pode se gabar Aproveita para pensar Porque ultimamente quando amanhece O sol entontece, massacra a cidade É quase um castigo…  a gente acaba se perdendo Esquece de ser feliz Anda, anda pela rua sozinho Parece até que é melhor assim Anda, anda até lembrar o caminho Até chegar no fim Eu queria dizer sobre Um sábado alegre da minha juventude Mas alguma coisa me faz Esquecer tudo no domingo Então a gente dança até não saber mais Que amor e desamor ferem Como se fossem a mesma arma A gente dança e compra alegria Em copos, tragos, na tristeza de amanhã O mal da noite é o dia amanhecer Copyright © 2026 Isiely Ayres [All rights reserved.] Tive a oportunidade de transferir meus brinquedos poéticos para a língua inglesa se por curiosidade queira ver,...
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  Depois da virada Ouvir falar de todas estas previsões Como se fosse pouco a catástrofe Da minha própria vida Se não quer saber já basta Todos os rádios desligados E todos os livros fechados Na mesa temos duas taças Uma para o sangue e outra para as lágrimas Pode comemorar fim do mundo Vai ser A melhor hora da sua vida Vão rogar lhe paz, amor e alegria Mas não se preocupa com nada Depois da Virada Seremos os mesmos de desesperados Esperando o próximo sábado Ter um bom emprego Morar numa boa cidade Ser escravo do dinheiro Para o status de dezembro, janeiro e fevereiro Esse cara tem que trabalhar para mim E se não quer andar já basta Todas as boas sombras pela estrada E todas as portas fechadas No banheiro temos duas privadas Uma para dor e outra para o desencanto Pode separar que vira fertilizante Copyright © 2025 Isiely Ayres [All rights reserved.] Tive a oportunidade de transferir meus brinquedos poéticos para a língua ing...
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Amor e consciência Ecos distantes Não me faça usar palavras Que não posso compreender Lapso, instante Jardim Descrevo o que já não vejo Vê também? A escuridão e a tempestade Quando a luz se apagar Um outro corpo há de colher O que a mão plantar Amor e consciência E um voo eterno Para o paraíso ou p´ro nada Eu criei a guerra e não tive Inferno Quem mais o faria? Não há imagens, lenda Se não o que foi verdade Um dia Não há verdades E palpáveis realidades Se não o que nunca Existiu Cultua teu sonho Em um dia de abril Lendas?! Oh, mundo pequeno mundo Onde a ciência É a essência da mais pura Utopia Oh, caótica realidade Onde velho é lenda Por excelência Tendo sobrevivido De maneira guerrilheira Em nome da eternidade Copyright © 2025 Isiely Ayres [All rights reserved.] Tive a oportunidade de transferir meus brinquedos poéticos para a língua inglesa se por curiosidade queira ver, aí está o link para checar com esta ...
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Dores contidas Deixa a parede calada Deixa essa vontade De não fazer nada Fluir Me forças a sair do Silêncio A desembruxar o lenço Onde escondi o amor Que nunca conheci Portanto Deixa a parede calada Acariciar a mulher infértil Rasgue este ventre Estéril E nota que dele caem Lenços e mais lenços Onde se esconde Todo amor desse mundo] Copyright © 2025 Isiely Ayres [All rights reserved.] Tive a oportunidade de transferir meus brinquedos poéticos para a língua inglesa se por curiosidade queira ver, aí está o link para checar com esta ficou: REFRAINED PAINS  
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Dreaming with Ibiza Menina solitária Na beira da água Faça uma cantiga para mim Menina triste, sorria Diga não ou diga sim Se o amor não vem Faça a cantiga Ninfa inocente Dreaming with Ibiza Diamante ofuscante Tesouro da poética A água abençoa O seu pensar Todo fim de tarde A deusa vai dizer Se entenderam ou não O que você quis fazer Na sua última viagem Copyright © 2025 Isiely Ayres [All rights reserved.] Tive a oportunidade de transferir meus brinquedos poéticos para a língua inglesa se por curiosidade queira ver, aí está o link para checar com esta ficou: DREAMING WITH IBIZA  
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Como se esquece? Quando a solidão Vem embalar meu sono Nada mais desfaz Esta moldura de tristeza e dor Que a vida pintou E o tempo expôs Na parede do meu quarto Vou andar e viver Só não posso lembrar Vou parar e morrer Tentando amar Como se esquece? Tinha letras em diários Livros de tragédia Deuses e Anjos No firmamento Eu tive um sonho em minha mente E um amor em meu coração Mas eles se foram Copyright © 2025 Isiely Ayres [All rights reserved.] Tive a oportunidade de transferir meus brinquedos poéticos para a língua inglesa se por curiosidade queira ver, aí está o link para checar com esta ficou: HOW TO FORGET?  
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Datas em fotos e diários Os dias são como cigarros Viram cinzas Vão passando um após o outro Diante de mim Diante dos meus olhos embaçados Nesta sala esfumaçada Esse tempo que eu conto Não vale nada Se eu não vivo e não sou feliz Não vale, não vale Esse tempo que eu conto Não vale nada Esses dias que passam Como um vício Do qual eu não consigo Mais me libertar Esse tempo que eu conto E que passa E me deixa passado E me deixa o passado Essas datas em fotos e diários Como cinzas, como a única coisa que sobrou Esse tempo que eu conto! Copyright © 2025 Isiely Ayres [All rights reserved.] Tive a oportunidade de transferir meus brinquedos poéticos para a língua inglesa se por curiosidade queira ver, aí está o link para checar com esta ficou: DATES IN PICTURES AND DIARIES