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 Mansão As estrelas Parecem perdidas Nessa escuridão Eterna Me sinto assim Nessa mansão escura Com apenas uma Lanterna Quero olhar para o céu E não ver mais Essa tempestade Pronta para desabar Levantar Olhar pela janela Quebrar as correntes O sonho não tem fim Quero amar E se quebrar a cara Perco uma batalha E não desisto fácil assim Copyright © 2026 Isiely Ayres [All rights reserved.] Tive a oportunidade de transferir meus brinquedos poéticos para a língua inglesa se por curiosidade queira ver, aí está o link para checar com esta ficou: MANSION  
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Minha Ilusão se faz amor Eu já não preciso mais viajar Quando a fé me faz ter certeza De que não vou morrer aqui Já não tenho lágrimas para chorar Quando você me dá as costas E a minha vontade De morrer em seus braços Morre em mim E vai me matando Eu vou vagando sozinha pelo seu olhar Vou vagando sozinha até encontrar Seu coração Eu me perco nas palavras que Jamais foram usadas para explicar Eu me perco nas explicações que eu se Quer tentei…  Não tem como! Eu me perco na rua Quando você não sai da minha cabeça E eu me encontro nesse beco sem saída Vagando sozinha pelo seu olhar Vagando sozinha até você me enxergar Será que você sabe disso?! E a minha ilusão insiste em sobreviver As palavras, a incerteza, ao desespero E a minha ilusão se faz amor A todo momento Apesar de tudo eu ainda não me esqueci Apesar de tudo... Minha vontade de morrer em seus braços Morre em mim E vai me matando assim Copyright © 2026 Isiely Ayres [...
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Blues in the sky Não me diga que um dia Eu fui fumante Estive com você O passado se atreve Passar por mim Lembra do que eu queria esquecer? Teus olhos negros me trazendo A melodia da cantiga Que já foi um soneto infantil A noite levando a alegria De um amor que nunca existiu Fruto do acaso Escrito por acaso a caneta azul Baby. Baby, blue Blues in the sky Ah!  era só teu Esse amor roubado, Enrustido, escondido Quase esquecido Como se não fosse Importante para mim Copyright © 2026 Isiely Ayres [All rights reserved.] Tive a oportunidade de transferir meus brinquedos poéticos para a língua inglesa se por curiosidade queira ver, aí está o link para checar com esta ficou: BLUE LIKE THE SKY  
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Anda, anda As luzes da cidade ainda estão acesas Segue caminhando sem medo Se elas se apagarem as estrelas estarão no céu Prontas para iluminar seu caminho A noite embeleza a cidade O céu não pode se gabar Aproveita para pensar Porque ultimamente quando amanhece O sol entontece, massacra a cidade É quase um castigo…  a gente acaba se perdendo Esquece de ser feliz Anda, anda pela rua sozinho Parece até que é melhor assim Anda, anda até lembrar o caminho Até chegar no fim Eu queria dizer sobre Um sábado alegre da minha juventude Mas alguma coisa me faz Esquecer tudo no domingo Então a gente dança até não saber mais Que amor e desamor ferem Como se fossem a mesma arma A gente dança e compra alegria Em copos, tragos, na tristeza de amanhã O mal da noite é o dia amanhecer Copyright © 2026 Isiely Ayres [All rights reserved.] Tive a oportunidade de transferir meus brinquedos poéticos para a língua inglesa se por curiosidade queira ver,...
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  Depois da virada Ouvir falar de todas estas previsões Como se fosse pouco a catástrofe Da minha própria vida Se não quer saber já basta Todos os rádios desligados E todos os livros fechados Na mesa temos duas taças Uma para o sangue e outra para as lágrimas Pode comemorar fim do mundo Vai ser A melhor hora da sua vida Vão rogar lhe paz, amor e alegria Mas não se preocupa com nada Depois da Virada Seremos os mesmos de desesperados Esperando o próximo sábado Ter um bom emprego Morar numa boa cidade Ser escravo do dinheiro Para o status de dezembro, janeiro e fevereiro Esse cara tem que trabalhar para mim E se não quer andar já basta Todas as boas sombras pela estrada E todas as portas fechadas No banheiro temos duas privadas Uma para dor e outra para o desencanto Pode separar que vira fertilizante Copyright © 2025 Isiely Ayres [All rights reserved.] Tive a oportunidade de transferir meus brinquedos poéticos para a língua ing...
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Amor e consciência Ecos distantes Não me faça usar palavras Que não posso compreender Lapso, instante Jardim Descrevo o que já não vejo Vê também? A escuridão e a tempestade Quando a luz se apagar Um outro corpo há de colher O que a mão plantar Amor e consciência E um voo eterno Para o paraíso ou p´ro nada Eu criei a guerra e não tive Inferno Quem mais o faria? Não há imagens, lenda Se não o que foi verdade Um dia Não há verdades E palpáveis realidades Se não o que nunca Existiu Cultua teu sonho Em um dia de abril Lendas?! Oh, mundo pequeno mundo Onde a ciência É a essência da mais pura Utopia Oh, caótica realidade Onde velho é lenda Por excelência Tendo sobrevivido De maneira guerrilheira Em nome da eternidade Copyright © 2025 Isiely Ayres [All rights reserved.] Tive a oportunidade de transferir meus brinquedos poéticos para a língua inglesa se por curiosidade queira ver, aí está o link para checar com esta ...
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Dores contidas Deixa a parede calada Deixa essa vontade De não fazer nada Fluir Me forças a sair do Silêncio A desembruxar o lenço Onde escondi o amor Que nunca conheci Portanto Deixa a parede calada Acariciar a mulher infértil Rasgue este ventre Estéril E nota que dele caem Lenços e mais lenços Onde se esconde Todo amor desse mundo] Copyright © 2025 Isiely Ayres [All rights reserved.] Tive a oportunidade de transferir meus brinquedos poéticos para a língua inglesa se por curiosidade queira ver, aí está o link para checar com esta ficou: REFRAINED PAINS